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Avaliação dos Projetos no Pré-obra!
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Avaliação dos Projetos no Pré-obra!

Antes de dar início a uma obra, o engenheiro precisa ter em mãos, todos os projetos referentes à obra, pois:

  • Necessita aprofundar o estudo dos projetos, com a finalidade de entender por completo o que pretende construir;
  • Conferir se os projetos apresentam erros e/ou omissões;
  • Saber se o projeto é exequível.

Ou seja, o engenheiro precisa identificar possíveis problemas que possam atrapalhar a concepção do empreendimento.

Uma boa razão para o engenheiro estudar e possuir os projetos bem definidos na mente é que, durante o processo da obra, ele terá mais segurança técnica e melhores condições para tomar pequenas decisões com mais agilidade, diminuindo a necessidade de revisar os projetos a todo instante.

Há também o fato de que a visão espacial de todos os elementos da obra, quando estão sob o domínio do engenheiro, fornece mais condições para que ele possa melhor orientar a execução dos serviços aos colaboradores.

A topografia é um dos projetos que pode causar grande transtorno à uma construção se contiver erros ou omissões. Esta é uma parte essencial do processo que consiste no cadastramento, descrição da área e identificação da infraestrutura do entorno.

Ciente da falta de informações presente em projetos de topografia, o engenheiro deve visitar o local da intervenção para analisar a coerência do levantamento, verificar a infraestrutura disponível e os elementos extraordinários, que são facilmente identificados por ele (como a necessidade de drenagem especial e tratamentos geotécnicos).


Erros e Omissões

É bastante normal achar erros em projetos durante a obra, pois é durante o processo construtivo que se tem real necessidade de compreender a distribuição espacial dos objetos projetados.

Pode-se afirmar que os primeiros erros com os quais o engenheiro pode se deparar em projetos são simples e, comumente não afetam a obra, como por exemplo: 

  • Falta de algumas cotas;
  • Impressão fora de escala;
  • Ausência de informações secundárias;
  • Outros.

Já o segundo erro apresenta comprometimento para a obra: projeto de má qualidade.

Em terceiro lugar, existe um problema que não constitui exatamente um erro em essência, e sim uma limitação tecnológica: a incompatibilidade dos projetos, ou seja, quando os projetos são realizados separadamente e cada projetista posiciona seus elementos com quer. Isso, geralmente, resulta em mudanças de última hora ou ainda na demolição parcial dos elementos já executados para fazer as adaptações precisas. A compatibilização dos projetos antes do começo da obra evita o retrabalho e diminui custos.


Projetos problemáticos e/ou inexequíveis

Na engenharia, nada é impossível. Porém, economicamente falando, uma construção pode ser irrealizável, dependendo dos recursos disponíveis, ou seja, ao receber os projetos, o engenheiro deve analisar a viabilidade da construção, no que se refere aos recursos financeiros, humanos, materiais e técnicos.

Geralmente, o dinheiro é o fator primário. É ele que compra os materiais e paga os colaboradores. Sem dinheiro, não há obra! Quando há mais dinheiro disponível, maior é a liberdade, a sofisticação e a qualidade que a construção receberá. Assegurar tudo isso é função do engenheiro.

É preciso avaliar a existência de problemáticas no projeto. Mesmo que o engenheiro não seja o projetista, ele deve conhecer as várias áreas da engenharia para interpretar e avaliar a exequibilidade dos projetos.

Se algum projeto tiver algo que prejudique sua funcionalidade parcial ou total, deve-se entrar em contato com os projetistas para informar possíveis erros nas peças técnicas e requisitar as devidas correções.

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